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Porque decidi me tornar terapeuta

  • Foto do escritor: André Gandelman
    André Gandelman
  • 28 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

Quando eu tinha 05 anos, em 1987, minha família voltava do interior, onde minha avó materna mora, para SP.

Sofremos um acidente na estrada. Meu pai e meu tio materno mais novo faleceram. Minha mãe e eu sobrevivemos.

Crescer sem a referência de figura masculina certamente teve suas consequências, mas somente depois dos 30 anos é que me dei conta. Afinal, para mim, não ter meu pai acabou sendo “normal”.

Me formei engenheiro na mesma faculdade que meu pai. Durante a adolescência, era minha única opção de faculdade. Sempre gostei de números e química. No entanto, somente nos últimos meses me veio à consciência que este caminho pode ter sido em função de uma fidelidade ancestral subconsciente.

Aos 24 anos, ano 2006, tive um câncer. Tumor (sarcoma) nas costas. Felizmente logo me tratei e hoje sou considerado curado pela medicina atual. No entanto, essa doença me fez refletir bastante sobre o quanto somos frágeis e, se hoje estamos vivos, amanhã podemos não estar mais.

Logo depois de formado comecei a fazer terapia. Sentia que precisava me encontrar, alguma coisa não parecia certa. Testei várias técnicas: (Comportamental, Psicodrama, Psicanálise Reichiana, Constelação Familiar, Renascimento, ThetaHealing), sempre buscando resposta para um vazio que me acompanhava.

Aos 29 anos, já em 2011, o fim de um relacionamento e a insatisfação com minha vida profissional me proporcionaram uma ansiedade enorme, além de baixa autoestima, fome emocional, dúvidas sobre minha própria capacidade como profissional e alguns sintomas de depressão (crise dos 30).

Passei dos 30 aos 34 muito fechado, sem me vincular a ninguém, gostava de ser solteiro (apesar de sentir aquele vazio emocional). A essa altura, meus amigos já estavam casando e tendo filhos. Sentia que estava ficando para trás.

Nesse sentido, a Psicanálise Reichiana (Vegetoterapia) me ajudou bastante. Comecei a me perceber, dar mais valor e olhar para o meu interior, e não dar tanta atenção aos estímulos externos.

Em 2018 descobri a EFT. Comprei um curso e comecei a me auto aplicar. Senti resultados rapidamente, que começaram a gerar resultados positivos em minha vida. E foi então que decidi me tornar terapeuta.

Já em 2019 fiz o curso de formação de Terapeutas EFT e comecei a atender pro bono para adquirir confiança e prática na aplicação em outras pessoas.

Finalmente em 2020 dei início à minha jornada como terapeuta de maneira profissional. Minha missão é ajudar as pessoas a resgatar suas essências e ativar sua prosperidade.

O autoconhecimento é libertador. Vamos juntos nessa jornada!




Crédito da foto: Cris Cruz Psico



 
 
 

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